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Desenho do Estudo: Relato de Caso. A comunicação oronasal pode ser resultado de distúrbios congênitos, lesões patológicas ou tratamento inadequado. Consiste em comunicação anormal entre as cavidades nasal e oral. Objetivo: Este artigo tem como objetivo apresentar um relato de caso de uma paciente do sexo feminino que pretendia implantes dentários, mas foi encaminhada para o departamento de cirurgia bucomaxilofacial apresentando uma tomografia computadorizada de feixe cônico com achado incidental na parte anterior da maxila. Métodos: O primeiro procedimento cirúrgico consistiu na ressecção da lesão associada a enxerto ósseo com retalho de gordura bucal e posterior estudo histopatológico. Após três meses, a paciente desenvolveu uma fístula oronasal. Durante o segundo manejo cirúrgico, os autores escolheram concentrados plaquetários (L-PRF) para preencher os defeitos ósseos associados ao retalho palatino. Resultados: Após um ano de acompanhamento, a paciente apresentou cicatrização definitiva dos tecidos moles, sem exposição do tecido ósseo e o fechamento da comunicação oronasal. A nova tomografia computadorizada e a radiografia panorâmica mostraram cicatrização ósseas satisfatória. Conclusão: O presente estudo demonstrou que a associação de L-PRF com enxerto xeno e retalho palatino pode ser um método viável para o manejo de pacientes com fístula oronasal. Este relato segue as diretrizes SCARE para a divulgação de casos cirúrgicos na literatura médica.
Fares et al. (qui,) estudaram esta questão.