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Resumo Introdução A pandemia de COVID-19 teve um impacto profundo nos sistemas de saúde em todo o mundo. Este estudo explora as consequências da pandemia na gestão de queimaduras pediátricas, focando especificamente em se a pandemia contribuiu para um aumento no volume de queimaduras pediátricas que requeriam intervenções cirúrgicas. Métodos Todos os casos cirúrgicos que tiveram um diagnóstico pós-operatório ICD-10 de queimadura foram coletados do banco de dados do Programa Nacional de Melhoria da Qualidade Cirúrgica Pediátrica. Dados demográficos dos pacientes, códigos de procedimentos e complicações pós-operatórias foram coletados. Resultados De 2018 a 2021, houve um total de 872 queimaduras pediátricas que requeriam intervenção cirúrgica. A idade mediana dos pacientes foi de 5,4 anos. Houve um aumento de 8,7% no volume desses casos de 2019 a 2020. A taxa geral de complicações foi de 8,4%. A abordagem cirúrgica predominante empregada na maioria dos casos foi a utilização de enxerto autólogo de espessura parcial. Conclusões Houve um aumento no volume de tratamento cirúrgico de queimaduras pediátricas durante a pandemia de COVID-19. Uma investigação mais profunda sobre as causas subjacentes e as implicações desse aumento é justificada. Aplicabilidade da Pesquisa à Prática Esta análise fornece mais informações sobre a incidência de queimaduras pediátricas tratadas cirurgicamente e como foi afetada pela pandemia de COVID-19.
Chaker et al. (Qua,) estudaram esta questão.