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A acromegalia, caracterizada pela secreção excessiva de hormônio de crescimento frequentemente devido a adenomas pituitários, apresenta desafios diagnósticos e terapêuticos, particularmente quando associada a tumores invasivos gigantes. Apresentamos um caso de um homem de 26 anos com comprometimento visual progressivo, dores de cabeça e sintomas sistêmicos indicativos de acromegalia. O exame físico revelou características clássicas de acromegalia juntamente com déficits neurológicos. A investigação diagnóstica confirmou a presença de um adenoma pituitário invasivo gigante, destacando a importância da avaliação clínica, radiológica e bioquímica no diagnóstico. Apesar da intervenção cirúrgica, o tumor residual permaneceu, necessitando de terapia médica adjuvante. O manejo envolveu uma abordagem multidisciplinar, incorporando cirurgia, farmacoterapia e potencialmente radioterapia. Este caso destaca as complexidades do manejo da acromegalia com adenomas gigantes, enfatizando a importância do reconhecimento precoce e das estratégias de tratamento individualizadas para otimizar os resultados.
Ismail et al. (Ter,) estudaram esta questão.