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(1) Introdução: A presença de vários materiais cerâmicos dentais com diferentes composições químicas complica a tomada de decisões dos clínicos, especialmente em casos com um ambiente altamente ácido que aparece em pacientes sofrendo de doença do refluxo gastroesofágico ou outros distúrbios alimentares. Alterações térmicas na cavidade oral também podem afetar a estrutura da superfície e a rugosidade, resultando em variações tanto nos mecanismos de degradação quanto na adesão bacteriana. O objetivo do presente estudo in vitro foi avaliar o efeito do ciclo térmico e da exposição ao ácido gástrico simulado na rugosidade superficial de diferentes cerâmicas; (2) Métodos: Foram utilizados cinco grupos de diferentes cerâmicas, e vinte espécimes foram fabricados para cada grupo. Os espécimes foram termociclados por 10.000 ciclos em água destilada ou imersos em ácido gástrico simulado por 91 h. A avaliação da rugosidade superficial foi realizada com perfilometria óptica, enquanto a microscopia eletrônica de varredura, a análise de difração de raios X e a espectroscopia de emissão atômica por plasma acoplado indutivamente também foram realizadas; (4) Conclusões: Com base na combinação do perfil de rugosidade superficial e integridade estrutural, os espécimes de zircônia apresentaram as menores alterações após imersão em ácido gástrico simulado, seguidos pelos materiais de disilicato de lítio. A cerâmica de silicato de lítio reforçada com zircônia apresentou as mudanças mais notáveis na microestrutura e rugosidade após ambos os tratamentos.
Pandoleon et al. (Mon,) estudaram esta questão.