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O planejamento familiar continua sendo um aspecto crítico da saúde materna e da gestão populacional em Uganda, especialmente em áreas rurais. Apesar dos esforços concentrados para aumentar a conscientização e acessibilidade, as taxas de utilização permanecem subótimas. Este estudo descritivo transversal teve como objetivo avaliar o conhecimento, as atitudes e as práticas de planejamento familiar entre mães que frequentam o atendimento pré-natal no distrito de Kyotera, Uganda. Uma amostra de 138 participantes respondeu a questionários, revelando um panorama sutil: enquanto o conhecimento geral sobre planejamento familiar era alto (73,9%), uma minoria significativa demonstrou compreensão pobre (26,1%). Da mesma forma, embora a maioria exibisse atitudes positivas em relação ao planejamento familiar (71,0%), uma proporção substancial teve visões negativas (29,0%). Notavelmente, 62,3% das mães não estavam utilizando nenhum método de planejamento familiar, apesar de 37,7% relatarem uso, com contraceptivos injetáveis sendo os mais comuns (42,3%). Estes achados destacam a necessidade de campanhas educativas direcionadas, maior acessibilidade aos serviços e a dispersão de ideias errôneas para promover a tomada de decisão informada e a adesão aos métodos de planejamento familiar. Abordar esses desafios é vital para melhorar os resultados de saúde materna e gerenciar o crescimento populacional em Uganda rural. Palavras-chave: Planejamento familiar, Saúde materna, Distrito de Kyotera, Uganda Rural, Atendimento pré-natal, Conhecimento, Atitudes, Práticas.
Kivumbi Jonathan (Qui,) estudou esta questão.
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