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Resumo O Quinto Caminho de Tomás de Aquino defende a existência de Deus a partir da percepção da atividade direcionada por objetivos na natureza. Seus detalhes são difíceis de entender. Este estudo interpreta as premissas e oferece raciocínios de fundo para elas, que Aquino desenvolve em outros escritos. Um foco importante é esclarecer o alcance da finalidade que o Quinto Caminho invoca. O argumento deixa indefinido os tipos de atividade com propósito na natureza que Aquino tem em mente. Assim, a discussão primeiro trata dos tipos de atividade intencional na natureza que Aquino reconhece. Em seguida, analisa as duas razões que o argumento apresenta para as causas finais na natureza. As coisas tendem a agir de maneiras regulares e a se dirigir para o que é 'melhor'. A atenção então se volta para a premissa chave de que a atividade direcionada por objetivos em seres não racionais requer direção por algo com inteligência. Uma seção final do artigo explora por que Aquino parece buscar uma única fonte de finalidade na natureza e por que, na conclusão, ele afirma que chamamos isso de Deus. Assim, as visões mais amplas de Aquino sobre a finalidade na natureza lançam luz sobre suas intenções no Quinto Caminho.
Peter Weigel (Sex,) estudou esta questão.