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Este artigo examina a relação entre redes sociais, protesto e memória. Começa focando nas tentativas de ativistas de complementar narrativas oficiais antes de explorar a forma como o digital oferece mecanismos que tanto amenizam quanto intensificam o medo do esquecimento. Vai além de uma investigação do papel desempenhado por "ativistas" nessas dinâmicas e reflete sobre o trabalho de memória realizado por "pessoas comuns". Esses argumentos são sustentados por uma análise de hashtags do movimento Black Lives Matter, como #SayHisName. Argumenta que o compartilhamento onipresente e repetitivo de tweets nos quais os nomes daqueles que morreram nas mãos da polícia são hashtagados deve ser entendido como uma prática comemorativa online semelhante àquela realizada em vigílias no mundo real. Finalmente, destaca a maneira como a hashtag #SayHerName chama a atenção do público para desigualdades interseccionais persistentes e, assim, expande a compreensão de ativistas e pessoas comuns sobre a violência policial na América e além. Este artigo conclui sugerindo que a hashtag #SayTheirNames tanto recorda os indivíduos que já morreram quanto antecipa as mortes que ainda estão por vir em um momento esforçado e ritualizado de não esquecer que Vidas Negras Importam.
Pollyanna Ruiz (Ter,) estudou esta questão.
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