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Neste artigo, buscamos aprofundar nossas experiências de ensino como educadores em um espaço de educação superior dentro do contexto colonial de colonos da Austrália. Nós nos auto-refletimos criticamente e pedagogicamente sobre nossos papéis pedagógicos de transformar práticas educacionais em nossa sala de aula, com foco em posicionalidade, autorreflexividade e na aceitação de outras formas de criar conhecimento. Ao utilizar pláticas como método, propomos uma pedagogia de humanização-sentido/pensamento, cuja praxis reconhece as diferenças históricas e a especificidade das opressões culturais através do desaprendizagem/aprendizagem, quando estamos ensinando. Como educadores sentipensantes, neste artigo, platicamos nossos medos, desconfortos, desaprendizagens de nosso ensino, atitudes, corporificações, e perguntamos: como nossas aulas podem reconhecer e ensinar diferentes histórias coloniais, geográficas, étnicas, locais/globais, culturais e epistemológicas? Como isso se parece e se sente na prática em nossa sala de aula? Confirmamos que ensinar entre muitos mundos com uma lente de/decolonial proporciona um espaço para possibilidades, bem como limitações.
Mejía et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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