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Objetivo: Este estudo piloto avaliou um sistema eletrônico de coleta de resultados relatados pelo paciente no manejo da dor para entender as experiências dos prestadores ao usar os dados, e como isso afeta sua interação com os pacientes e orienta sua tomada de decisões clínicas. Materiais e métodos: Usando amostragem de conveniência estratificada, nove entrevistas semiestruturadas foram conduzidas com médicos especializados em dor que deram consentimento. As entrevistas transcritas e desidentificadas foram codificadas e analisadas. Resultados: Embora a maioria dos médicos tenha utilizado os resultados relatados pelo paciente (PROs), um terço relatou não ter havido mudança significativa em sua prática desde a implementação e 56% afirmaram que isso não influencia suas recomendações de tratamento. Conclusão: Apesar da importância de medir o impacto da dor crônica na qualidade de vida, existem limitações significativas ao uso real do PRO que podem limitar a avaliação e o cuidado do paciente.
Witkin et al. (Ter,) estudaram esta questão.