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Resumo Neste artigo, discuto o uso de expressões que significam ‘ainda’ para sinalizar o oposto negativo de ‘ainda’, ‘não ainda’, sem um negador explícito. Mostro que esse fenômeno é encontrado em línguas de todo o mundo e que se manifesta em quatro tipos recorrentes de ambientes, a saber, quando uma expressão ‘ainda’ é usada (i) sem um predicado explícito, (ii) com um predicado menos que finito e/ou dependente, (iii) com um predicado pertencente a uma classe de ação específica, ou (iv) quando a expressão ocupa uma posição determinada na cláusula. Apresento como cada um desses tipos encontra uma explicação funcional e também discuto alguns padrões de uso que se baseiam nesses usos de ‘ainda’ como ‘não ainda’.
Bastian Persohn (Mon,) estudou esta questão.