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O seguro promove resiliência financeira para indivíduos e famílias, auxiliando-os na gestão de riscos e na melhoria do bem-estar. Apesar dos esforços conjuntos de países e órgãos internacionais para promover a inclusão financeira por meio de vários programas, os papéis dos seguros de vida e não-vida continuam subestimados como medida para fechar a lacuna financeira na maioria dos países. Nossa pesquisa é motivada pela percepção de que a literatura existente carece de uma medida unificada de inclusão financeira que considere o impacto dos seguros de vida e não-vida. O objetivo deste estudo é examinar os papéis dos serviços de seguro e bancários na inclusão financeira por meio de uma medida inovadora. Este estudo utiliza Análise de Componentes Principais para calcular diferentes conjuntos de um Índice de Inclusão Financeira multidimensional (índice FI) que incorporem indicadores bancários, de seguro de vida e não-vida para 72 países de 2015 a 2019. Quando o papel do seguro de vida é considerado, alguns países apresentam saltos significativos em seus níveis de inclusão financeira, enquanto o oposto é verdadeiro para a maioria dos países, independentemente de seu estágio de desenvolvimento. Enquanto isso, o seguro não-vida tem um forte impacto positivo na inclusão financeira geral dos países amostrados, com mais da metade deles registrando maior inclusão financeira. Esses resultados tornam necessária uma reavaliação das estratégias de inclusão financeira em todo o mundo. Defendemos uma abordagem mais abrangente que integre os serviços de seguro ao sistema financeiro junto com a banca tradicional, especialmente o seguro não-vida, dada sua contribuição significativa para a viabilização da inclusão financeira.
Yap et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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