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Resumo Assistir a filmes durante a ressonância magnética funcional emergiu como uma ferramenta promissora para medir o comportamento complexo do cérebro em resposta a um estímulo semelhante a situações da vida real. Observou-se que apresentar um filme (sequência de eventos) como um estímulo levará a uma curva temporal única de conectividade funcional dinâmica relacionada aos estímulos dos filmes, que pode ser comparada entre os participantes. Assumimos que a conectividade funcional dinâmica observada entre os sujeitos pode ser dividida nas seguintes 2 componentes: (i) específica para um estímulo de filme (representando o comportamento em nível de grupo na conectividade funcional) e (ii) comportamento específico do indivíduo (não necessariamente comum entre os sujeitos). Neste trabalho, usando a medida de distância de deformação temporal dinâmica, mostramos a extensão da similaridade entre as sequências temporais de conectividade funcional enquanto os estímulos cinematográficos subjacentes eram os mesmos e diferentes. Além disso, a sequência temporal dos padrões de conectividade funcional relacionados a um filme é aprimorada ao suprimir os componentes específicos do sujeito da conectividade funcional dinâmica usando extração de bases comuns e ortogonais. A análise quantitativa usando a medida de razão F revela diferenças significativas na conectividade funcional dinâmica dentro da rede somatomotora e da rede de modo padrão, bem como entre a rede occipital e as redes somatomotoras.
Mittal et al. (Mon,) estudaram esta questão.