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Não é incomum que ensaios clínicos randomizados patrocinados pela indústria publiquem curvas/dados de sobrevivência para a coorte geral de pacientes ("A+B") e para um subgrupo favorável ("A") previamente especificado ou pós-hoc, mas não as curvas/dados de sobrevivência para a coorte restante ("B"). Consequentemente, após a aprovação regulatória do tratamento intervencionista para a população geral de pacientes, se o ponto final primário for alcançado, é comum que pacientes com câncer que representam a coorte restante (B) sejam tratados de acordo com os resultados da coorte geral (A+B). Para superar essa questão importante na tomada de decisões clínicas, este estudo teve como objetivo identificar métodos para derivar com precisão as curvas de sobrevivência e/ou a razão de risco (intervalo de confiança de 95%) para a coorte restante (B), utilizando curvas publicadas e razões de risco (intervalos de confiança de 95%) das coortes geral (A+B) e do subgrupo favorável (A). Os métodos de análise (método I e método II) apresentados aqui, denominados "análises de sobrevivência derivativas," permitem a avaliação precisa dos resultados de sobrevivência na coorte restante sem dados individuais dos pacientes.
Niraj Shenoy (Mon,) estudou essa questão.