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A cardiomiopatia diabética (DCM) é o desenvolvimento de disfunção miocárdica em pacientes com diabetes, apesar da ausência de comorbidades como hipertensão, aterosclerose ou defeito valvular. As complicações cardiovasculares do diabetes mal controlado são muito bem ilustradas pelo Estudo Prospectivo de Diabetes do Reino Unido (UKPDS), que mostrou uma clara associação entre os níveis crescentes de hemoglobina glicada e o desenvolvimento da insuficiência cardíaca (IC). A incidência de IC em pacientes com diabetes está projetada para aumentar significativamente, o que torna seu diagnóstico e tratamento adequados extremamente importantes. A administração de terapia apropriada focando em tratamento antidiabético e hipolipêmico, com consideração da farmacoterapia para insuficiência cardíaca, reduz o risco de CMD e diminui a incidência de complicações cardiovasculares. Mudanças promotoras de saúde realizadas pelos pacientes, como uma dieta baixa em carboidratos, exercícios regulares e redução de peso, também parecem ser importantes para alcançar resultados adequados. Novas esperanças para o desenvolvimento de terapias para DCM são oferecidas por novos métodos que utilizam células-tronco e miRNA, os quais, no entanto, requerem pesquisas mais aprofundadas para confirmar sua eficácia.
Radzioch et al. (Fri,) estudaram esta questão.