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Neste artigo introdutório da nossa edição especial do PPA, argumentamos que a relação entre problemas perversos e governança colaborativa é repleta de dificuldades. Para isso, tomamos quatro passos: sustentamos que problemas perversos são melhor compreendidos como constelações de atores perversos; aprofundamos na abordagem de governança colaborativa e positamos que ela está principalmente preocupada com problemas perversos; em seguida, argumentamos que a governança colaborativa pode não ser a resposta mais viável para problemas perversos; e, após isso, argumentamos que uma suposição em vez de atores estarem engajados em processos de posicionamento de atores permite uma compreensão mais clara dos processos de política em constelações de atores perversos. Após essa discussão, introduzimos os artigos apresentados na edição especial e discutimos as implicações para a pesquisa.
Bannink et al. (Thu,) estudaram essa questão.