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Resumo Introduzimos um novo indicador estático de resiliência em toda a economia que avalia a capacidade de uma economia de se adaptar e se recuperar de choques negativos originados do lado da demanda ou da oferta. Essa métrica é contrafactual e, por meio de simulação, revela a extensão dos ajustes necessários para manter a renda total no nível inicial pré-choque ou acima, enquanto preserva a estrutura econômica inicial. Quanto maior a escala de ajustes necessária em resposta ao choque, menor a resiliência do sistema econômico. A metodologia que propomos para essa avaliação se baseia no conceito de multiplicadores de insumos e produtos restritos incorporados dentro de um problema de programação linear. Demonstramos a aplicabilidade da nossa abordagem ao calcular e comparar os índices de resiliência da demanda e da oferta para um grupo de dez grandes economias da OCDE. Em todas essas economias, os resultados indicam que as indústrias manufatureiras exibem maior resiliência a choques de demanda do que os setores de serviços e que a resiliência econômica em relação a choques negativos de oferta é maior do que a de choques de demanda.
Agnani et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.
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