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Transientes nucleares extragalácticos de múltiplos comprimentos de onda, particularmente aqueles detectáveis como multi-mensageiros, estão entre os principais impulsionadores dos observatórios de próxima geração. As erupções quasi-periódicas de raios X (QPEs) são a adição mais recente e talvez mais peculiar a esse grupo. Aqui, relatamos uma primeira estimativa da taxa volumétrica de QPEs com base nas quatro primeiras descobertas com o telescópio de raios X eROSITA a bordo do observatório Spectrum Roentgen Gamma. Sob a suposição, apoiada por uma série de curvas de luz simuladas, de que essas quatro fontes amostram a população intrínseca de maneira relativamente homogênea, corrigimos sua eficiência de detecção e calculamos uma abundância de QPE de R ₕ₎₋ = 0. 60-₀. ₄₃^+4. 73 10^-6\, Mpc^-3 acima de uma média intrínseca L ₀. ₅-₂. ₀\, ₊₄ₕ^ pico > 41. 7. Como a duração exata das QPEs (₋₈₅₄) atualmente não está melhor definida do que entre alguns anos ou algumas décadas, convertemos isso para uma taxa de formação de R ₕ₎₋/ ₋₈₅₄ 0. 6 10^-7 (₋₈₅₄/10\, y) ^-1\, Mpc^-3\, ano^-1. Para comparação, esse valor é um fator 10\, ₋₈₅₄ vezes menor do que a taxa de formação de eventos de disruptura de maré. A origem das QPEs ainda é debatida, embora ultimamente a maioria dos modelos sugira que elas são a contraparte eletromagnética de inspirações de razão de massa extrema (EMRIs). Nesse cenário, a taxa de QPE seria, assim, o primeiro limite (ou seja, um limite inferior) à taxa de EMRI apenas a partir de observações. Descobertas futuras de QPEs e avanços em sua modelagem teórica consolidarão ou excluirão seu uso para restringir o número de EMRIs detectáveis pela missão LISA.
Arcodia et al. (Mon,) estudaram essa questão.