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O artigo revisa os modelos de resistência ao flambamento por cisalhamento para vigas de chapa e propõe um modelo melhorado baseado na formulação EN 1993–1-5 para avaliar a carga de falha de uma viga de chapa carregada em cisalhamento. Os modelos de resistência ao cisalhamento baseados no código propostos por Basler, Rockey et al. e Höglund são discutidos. O modelo de Höglund é expandido e a localização das dobradiças plásticas nas chapas é modificada, levando em consideração os tamanhos relativos da alma, chapas e nervuras transversais e longitudinais, para produzir um modelo de campo de tensão consistente do comportamento de flambamento pós-cisalhamento da viga de chapa. Uma base de dados foi criada a partir dos testes experimentais em vigas de chapa de aço finas carregadas em cisalhamento que foram realizados ao longo do tempo. Os resultados do modelo proposto são validados por comparação com as resistências ao cisalhamento relatadas para os 261 testes desta base de dados. A análise estatística mostra que as modificações propostas são tão precisas quanto a formulação EN1993–1-5, com a vantagem extra de prevenir vários resultados inseguros para vigas de chapa de aço com altos índices de flange para alma.
Pedro et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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