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O segundo aniversário da invasão da Ucrânia pela Rússia oferece uma oportunidade para examinar por que a guerra produziu fissuras tão profundas dentro do Partido de Esquerda e da AfD. Baseando-se em documentos do partido, procedimentos parlamentares, dados eleitorais e de sondagens e literatura secundária, este artigo investiga por que a guerra da Rússia contra a Ucrânia se mostrou tão disruptiva para ambos os partidos e explora as implicações desses conflitos intrapartidários. A política doméstica da Alemanha em relação à Guerra da Ucrânia é importante, dado o papel central de Berlim no apoio ao governo de Kyiv. Este artigo avalia três explicações para a falta de unidade interna no Partido de Esquerda e na AfD em relação a uma nova política em relação à Rússia: (a) dependência de trajetória; (b) leste da Alemanha; e (c) a natureza reforçadora, em vez de cruzada, da Guerra da Ucrânia em relação à divisão intrapartidária primária. Constatou-se que a terceira explicação se aplica a ambos os casos do Partido de Esquerda e da AfD.
David F. Patton (Qua,) estudou esta questão.
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