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Quando os empregadores contratam pessoas com deficiência, ocorre uma mudança comportamental coletiva nas organizações. Especificamente, as atitudes em relação às pessoas com deficiência melhoram por meio de intervenções profissionais e incentivam o comportamento de cidadania organizacional. Estudos anteriores demonstraram o efeito econômico e voltado para o cliente de contratar pessoas com deficiência, resultando em um modelo testado de emprego competitivo e integrado. Neste estudo, encontramos que uma mudança comportamental baseada em desempenho ocorre em funcionários não deficientes quando as organizações empregam melhores práticas em relação às pessoas com deficiência no ambiente de trabalho. Utilizamos a teoria do contato intergrupal e a teoria do intercâmbio social para desenvolver um modelo e um instrumento de pesquisa correspondente que mede como vários fatores influenciam as atitudes dos colegas em relação às pessoas com deficiência. O mais importante, essa abordagem de pesquisa nos permite avaliar as mudanças comportamentais resultantes dessas atitudes. Os resultados mostram que o contato no local de trabalho tem um efeito positivo nas atitudes em relação aos funcionários com deficiência. Além disso, a abertura do empregador modera o contato no local de trabalho em relação às atitudes; o efeito do contato sobre as atitudes foi positivo e significativo. Além disso, atitudes positivas em relação aos funcionários com deficiência têm um efeito direto positivo correspondente sobre o comportamento de cidadania organizacional. Por fim, a satisfação no trabalho e a personalidade moderaram as atitudes dos funcionários de forma positiva e significativa. No geral, este estudo demonstra que os empregadores podem se beneficiar da contratação de pessoas com deficiência, mas devem atentar para a importância das atitudes dos funcionários nos resultados ao projetar intervenções estruturadas.
Kershner et al. (Ter,) estudaram essa questão.