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Este artigo tem como objetivo fornecer uma avaliação da legalidade das leis que estabelecem agências governamentais baseadas na fé na Nigéria. A interseção entre religião e governança tem sido uma questão controversa, particularmente em países com pluralismo religioso, como a Nigéria. Este artigo examinou o arcabouço legal em torno do estabelecimento de agências governamentais baseadas na fé, considerando as disposições constitucionais e precedentes judiciais. Também explorou as implicações dessas agências sobre os princípios do secularismo, igualdade e liberdade religiosa, conforme consagrado na constituição da Nigéria. Ao analisar leis relevantes, este artigo busca esclarecer a constitucionalidade e os desafios potenciais associados às agências governamentais baseadas na fé na Nigéria. O artigo se baseou em uma ampla gama de fontes, incluindo a Constituição nigeriana e legislações. O objetivo era fornecer uma análise do arcabouço legal em torno das agências governamentais baseadas na fé na Nigéria, avaliar sua constitucionalidade e destacar os desafios potenciais que podem representar em termos de liberdade religiosa, igualdade e secularismo. Através deste exercício, o artigo contribuiu para o discurso em andamento sobre a relação entre religião e governança no sistema jurídico da Nigéria. O artigo argumenta que o envolvimento direto e a propagação da religião por meio do estabelecimento dessas instituições baseadas na fé criaram crises, sendo a principal a questão de sua constitucionalidade. Defende uma abordagem que busca acomodar a neutralidade do estado nesses assuntos, mesmo enquanto o estado permite intervenções limitadas por meio de caridade, em vez de legislação direta. Outras recomendações incluem equilibrar considerações religiosas e princípios constitucionais, fortalecer as disposições legais contra discriminação e igualdade, entre outros. Palavras-chave: Secularismo, Igualdade, Constitucionalidade, Liberdade religiosa, Governo baseado na fé.
Godswill Owoche Antai (Ter,) estudou esta questão.