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O cyberloafing, engajando-se em atividades online não relacionadas ao trabalho durante o horário de trabalho, atraiu crescente atenção devido ao seu potencial para interromper a produtividade e o funcionamento organizacional. Com base em pesquisas contemporâneas, exploramos os mecanismos subjacentes ao cyberloafing. Este estudo examina como o comportamento de cyberloafing está relacionado a fatores relacionados ao trabalho, incluindo a posição na organização, tédio no trabalho, satisfação salarial, e a fatores não relacionados ao trabalho, como solidão e dependência de redes sociais. Além disso, investigamos o papel de duas variáveis demográficas: estado civil e gênero. Coletamos dados de 174 funcionários de escritório que trabalham em várias instituições do setor privado em Sakarya (Turquia). Os resultados mostraram que apenas duas variáveis relacionadas ao trabalho, tédio no trabalho e satisfação salarial, estão associadas de forma significativa ao cyberloafing. Gênero e estado civil mostraram-se fracos relacionados ao cyberloafing. O artigo também discute possíveis soluções e implicações práticas para organizações que buscam mitigar os efeitos adversos do cyberloafing. O artigo concluiu com sugestões para pesquisas futuras e reconheceu as limitações deste estudo.
Cohen et al. (Mon,) estudaram esta questão.