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Na crítica literária, tanto o contexto quanto o conteúdo de um dado texto; discurso, gráfico, imagem ou fotografia são essenciais. É a totalidade desses dois elementos que pavimenta o caminho para uma melhor compreensão de qualquer texto. Assim, como o propósito de toda comunicação ou ato de fala é a compreensão, este estudo examina o perfil estilístico de Wole Soyinka e Jean Pliya em O Leão e a Jóia (1964) e La secrétaire particulière (2001), respectivamente. O estudo adota a técnica francesa ‘explicação de texto’ como sua metodologia para realizar uma análise textual das duas peças selecionadas. Como um quadro teórico, o estudo utiliza a teoria pós-colonial de Edward Said e Homi Bhabha, que investiga os efeitos das interações entre o centro e a margem com a intenção de reconfigurar a visão de mundo sobre questões de história, raça, identidade e cultura. As descobertas revelam que, ao resistir à dominação e imposição colonial, os dois dramaturgos africanos aproveitam-se de manipulações linguísticas na composição de seus textos literários. Com a aplicação de transliteração, tradução direta, provérbios, figuras de linguagem, alucinações, empréstimos lexicais e corrupção gramatical e fonêmica, os escritores conseguem evidenciar sua intenção de pós-colonializar e africanizar suas obras literárias.
Sikiru Adeyemi Ogundokun (Sex,) estudou esta questão.