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Objetivo O objetivo deste artigo foi examinar as perspectivas de policiais sobre estresse no trabalho e barreiras a recursos de apoio ao trabalhar em casos de abuso sexual infantil em um grande estado do sul. Está bem documentado na literatura que profissionais que atuam na saúde, serviços de emergência e aplicação da lei enfrentam enormes quantidades de estresse e consequências para sua saúde física e mental. Pouca pesquisa foi feita para examinar como as investigações de abuso sexual infantil impactam a aplicação da lei e como esses oficiais especializados percebem o acesso a recursos de apoio. Desenho/metodologia/abordagem Este estudo qualitativo foi parte de um estudo quantitativo maior e incluiu 20 policiais que participaram de entrevistas telefônicas anônimas e semiestruturadas. Resultados Os resultados incluíram (1) os casos de abuso sexual infantil são difíceis, especializados e perturbadores (2) as barreiras aos recursos de apoio incluem a cultura policial, o estigma de pedir ajuda, conscientização e acessibilidade dos recursos e liderança como guardião dos recursos e (3) os oficiais percebem que tanto os recursos formais quanto informais são úteis e, na melhor das hipóteses, deveriam estar proativamente disponíveis a todos os oficiais do estado. Um modelo dos resultados foi desenvolvido para ilustrar as implicações para profissionais e acadêmicos. Limitações/implicações da pesquisa Este estudo não foi isento de fraquezas, especificamente o pequeno número de participantes, a amostragem voluntária não representa a população geral e a técnica de amostragem significa que algumas demografias podem ter sido perdidas pelos pesquisadores. Implicações práticas Este estudo acrescenta à literatura sobre saúde mental na aplicação da lei, saúde ocupacional e recursos de saúde mental. Confirma pesquisas estabelecidas na literatura e proporciona insights sobre as perspectivas dos policiais sobre barreiras que impedem o acesso a apoios informais e formais que poderiam melhorar seu bem-estar emocional. Originalidade/valor Este estudo é o primeiro do seu tipo, até onde sabemos, que pergunta a detetives e investigadores de casos de abuso infantil sobre recursos de saúde mental. Esses policiais estão em alto risco de estresse traumático, fadiga por compaixão e esgotamento devido aos casos especializados que investigam.
Nichols et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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