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Grandes defeitos ósseos após trauma demandam substitutos óbvios adequados. Preenchimentos de vazios ósseos devem ser antibacterianos e pró-angiogênicos. Uma opção viável é o uso de materiais compostos, como a combinação de PLGA e fosfato de cálcio amorfo (aCaP). O cobre estimula a angiogênese e possui qualidades antibacterianas. Portanto, nanopartículas de óxido de cobre (CuO) foram adicionadas ao PLGA/aCaP/CuO em diferentes concentrações (1, 5 e 10 w/w %) ou nanopartículas de fosfato de tricálcio dopado com cobre (TCP com 2% de cobre) foram eletrospunhadas em nanocompósitos PLGA/CuTCP. Nanocompósitos em bi-camada de PLGA/aCaP com diferentes nanopartículas de cobre (CuO ou TCP) e uma segunda camada de PLGA pura foram fabricados. Dois isolados bacterianos clínicos (Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis) foram utilizados para avaliar as propriedades antibacterianas dos materiais contendo cobre. Para a angiogênese, o ensaio da membrana corioalantoica (CAM) do embrião de galinha foi realizado. Quanto maior o teor de CuO, maiores foram as propriedades antibacterianas, com 10 % de CuO reduzindo a adesão bacteriana de forma mais eficaz. As densidades de vasos e células foram mais altas nos escafandros contendo 5 % de CuO, enquanto a integração tecidual foi mais pronunciada em teores mais baixos de CuO. O PLGA/aCaP/CuO (1 % de CuO) apresentou comportamento semelhante ao PLGA/CuTCP em todas as leituras angiogênicas e antibacterianas, com base na mesma fração de cobre. Concluímos que nanopartículas de CuO ou nanopartículas de CuTCP são componentes úteis para aumentar as propriedades angiogênicas dos nanocompósitos e, ao mesmo tempo, exibindo características antibacterianas.
Näf et al. (Sex,) estudaram essa questão.