Key points are not available for this paper at this time.
Resumo: Este artigo teorizou o conceito de "analogia obrigatória" como um ato de fala reiterado e forçado que estrutura fundamentalmente a ontologia Marron dentro da supremacia branca. O autor sustenta que a interpelação branca força os sujeitos Marrons a se definirem por meio da similitude para posicionar a Marronidade tanto como subordinada à branquitude quanto como aliada da branquitude na perpetuação da anti-negritude. Subsequentemente, o ensaio passa a considerar a função das analogias literárias na obra do poeta sul-asiático contemporâneo Kazim Ali, sugerindo que esta oferece um modelo para uma lógica analógica que rejeita veementemente a analogia obrigatória em favor de uma relacionalidade Marron que confunde a inscrição branca e se baseia em alianças antirracistas entre sujeitos Marrons e Negros.
Sumita Chakraborty (Sex,) estudou esta questão.