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Resumo Baseado em um corpus de 4.200 filmes, este artigo documenta, analisa e interpreta a negação retórica da indústria cinematográfica internacional em relação ao meio dos quadrinhos como fonte de adaptação dentro da retórica de publicidade e promoção para a adaptação cinematográfica de textos de quadrinhos. Analisando as tendências e padrões estatísticos para adaptações de quadrinhos entre 2000 e 2020, examinando a linguagem utilizada nos trailers promocionais para conceituar ou promover a adaptação em relação ao seu material fonte de quadrinhos, e comparando o tipo e o escopo dessa retórica com outros textos adaptados do mesmo período, este artigo evidencia e interroga a esmagadora negação do meio dos quadrinhos, apesar da persistente e amplamente percebida onipresença das franquias de adaptações de quadrinhos. Acima de tudo, este artigo utiliza evidências estatísticas e análise para evidenciar padrões e tendências claras dentro das hierarquias percebidas de gosto cultural ou valor artístico.
Chris Grosvenor (Sex,) estudou essa questão.