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Este estudo examina a motivação perceptual por trás da desilimitação. Consistente com argumentos anteriores que sugerem que a desilimitação se origina da percepção em vez da produção (Coetzee, 2005; Kiparsky, 2003; Scheer, 2013), hipotetizamos que uma parada oral com um tempo de início de voz (VOT) curto seria reconhecida como não aspirada com mais frequência quando seguida por uma parada aspirada com um VOT longo. Esta hipótese foi testada por meio de um experimento de percepção em que 32 ouvintes coreanos fizeram julgamentos sobre a primeira consoante de palavras C1VC2V manipuladas com tipos de VOT de C1 e C2. Os resultados revelaram que C1 baseado em aspirada foi reconhecido como aspirado ou tenso dependendo da duração do VOT, enquanto C1 baseado em lenis foi consistentemente reconhecido como lenis. O efeito desimilatório de C2 aspirado foi confirmado conforme antecipado e, além disso, C2 tenso aumentou a proporção de respostas tensas mais do que C2 aspirado. Esses resultados fornecem evidências de um viés perceptual contra paradas aspiradas recorrentes, que podem desempenhar um papel na ativação de uma regra ou restrição desimilatória em uma língua. O efeito assimilatório de C2 tenso é consistente com descobertas que indicam que a tensificação inicial da palavra é facilitada pela parada tensa subsequente em coreano (Kang H. Kim, 2016).
Kang et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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