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Resumo: Desde 2020, os estados bálticos se distanciaram da China continental. No entanto, um país—A Lituânia—também desenvolveu laços estreitos com Taiwan, incluindo a abertura do Escritório de Representação de Taiwan, o primeiro na União Europeia (UE). Em resposta, a China diminuiu as relações diplomáticas com a Lituânia e impôs sanções econômicas não oficiais, mas abrangentes. Por que um pequeno país báltico desafiaria uma grande potência na Ásia, onde não tem interesses óbvios? Baseando-me em teorias de relações internacionais e em pesquisa original, argumento que há três razões para o comportamento aparentemente irracional da Lituânia. Primeiro, os estados bálticos dependem dos Estados Unidos para proteção contra a Rússia. No entanto, a Lituânia carece de um nicho útil, como cibersegurança para a Estônia e logística para a Letônia. Como substituto, ela se alinhou aos Estados Unidos no conflito com a China. Segundo, a região báltica se beneficiou pouco da cooperação econômica com a China. Portanto, a Lituânia agarrou-se à promessa de Taiwan de 1,2 bilhões de dólares em investimentos e créditos para indústrias de alta tecnologia. Terceiro, a Lituânia é o único país báltico com uma longa história de soberania independente. Como resultado, apoia outros povos que buscam decidir seu próprio destino e—nem sempre de forma consistente—acredita que deveria espalhar seus valores "da Bielorrússia a Taiwan."
Aleksander Lust (Sex,) estudou esta questão.