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Resumo Contexto Exploramos as experiências de equipes que trabalham em instalações de vida comunitárias na Noruega, cuidando de pessoas com deficiências intelectuais durante a pandemia de Covid‐19, e quais estratégias autorregulatórias foram usadas para manter a saúde e a prestação de serviços de cuidado e contribuir para a resiliência organizacional. Métodos Um design qualitativo foi utilizado. Dados foram coletados de setembro de 2021 a abril de 2022 por meio de entrevistas individuais e em grupos focais. Neste estudo, 25 membros da equipe participaram. Foi realizada uma análise temática. Resultados Cinco temas principais foram identificados em relação às experiências da equipe durante a pandemia: Fechamento das instalações, isolamento social dos residentes, falta de acompanhamento de saúde, altas taxas de licença médica e desafios de comunicação. Apenas algumas das estratégias para mitigar os desafios relacionados à pandemia foram baseadas nas atuais diretrizes norueguesas de controle de infecção. Algumas estratégias foram bem-sucedidas, enquanto outras não foram, e algumas foram negligentes e desafiaram a prestação de serviços de saúde e cuidados para os residentes. Conclusões Nosso estudo mostra que pessoas com deficiências intelectuais vivendo nas instalações de vida comunitárias foram sujeitas a violações dos direitos humanos e violações da lei norueguesa de controle de infecção. Isso foi causado pela falta de várias qualidades organizacionais importantes nas instalações.
Ersfjord et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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