Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo aborda a sugestão de Loretta Lees de que este periódico inclua colaboradores de pesquisa além da academia como comentaristas em seus diálogos urbanos. Nele, destaco as contorções e contradições envolvidas na extração de saídas acadêmicas individuais de pesquisas colaborativas, baseado em minhas experiências como pesquisador de doutorado no Reino Unido. Esses desafios estão intimamente entrelaçados com questões-chave levantadas por Loretta sobre quem conta como um pesquisador ou teórico urbano, e para que servem (ou poderiam servir) as teorias urbanas. As dificuldades envolvidas na publicação de pesquisas engajadas e colaborativas em formatos acadêmicos contribuem para sua marginalização dentro dos estudos urbanos críticos, roubando da disciplina as compreensões e possibilidades particulares que ela pode abrir. Criar espaço para um diálogo engajado além da academia dentro deste periódico pode ajudar a abrir a produção e circulação do conhecimento urbano para uma maior diversidade de perspectivas e interesses, criando um ambiente mais acolhedor para pesquisas engajadas, colaborativas e ativistas dentro da academia. Tal mudança convida autores a trazerem suas múltiplas subjetividades e identidades para os diálogos urbanos – como modelado por Loretta – desafiando convenções destinadas a separar e elevar o conhecimento acadêmico dos diversos outros dos quais ele depende. Estender o diálogo urbano a colaboradores não acadêmicos pode, portanto, ajudar a conectar a pesquisa urbana crítica com as comunidades e interesses em nome dos quais afirma operar.
Myfanwy Taylor (qua,) estudou esta questão.