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Para dar sentido ao mundo social, as pessoas raciocinam sobre os estados mentais dos outros, incluindo se e de que maneiras os outros podem formar novos estados mentais. Propomos que os julgamentos das pessoas sobre a dinâmica da mudança de estados mentais invocam uma "teoria ingênua do raciocínio." Nessa teoria, as pessoas conceituam o raciocínio como um processo racional e semi-autônomo que os indivíduos podem usar, mas não sobrepor, para formar novos estados mentais racionais. Em seis experimentos, mostramos que essa explicação da teoria ingênua do raciocínio das pessoas prevê julgamentos sobre a capacidade dos outros de formar crenças, desejos e intenções racionais e irracionais, bem como a capacidade dos outros de agir de maneira racional e irracional. Essa explicação prevê quando, e explica por que, as pessoas julgam os outros como psicologicamente constrangidos pela coerção e outras formas de pressão situacional. (Registro da Base de Dados PsycInfo (c) 2024 APA, todos os direitos reservados).
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Corey Cusimano
John Brown University
Natalia Zorrilla
Instituto de Filosofía
David Danks
University of San Diego
Journal of Experimental Psychology General
University of California, San Diego
Yale University
Princeton University
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Cusimano et al. (qui,) estudaram esta questão.
synapsesocial.com/papers/68e780ceb6db6435876f3fe8 — DOI: https://doi.org/10.1037/xge0001540
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