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Resumo Contexto A cicatrização microvascular compromete a funcionalidade do endométrio, e o fluxo vascular na zona de junção (JZ) pode ser a chave para entender os resultados reprodutivos ruins em mulheres com síndrome de Asherman (AS). Objetivos Investigar se a perfusão vascular do útero, medida por ressonância magnética dinâmica com contraste (DCE‐MRI), está prejudicada em mulheres com aderências intrauterinas (IUA) e AS. Materiais e Métodos Um estudo piloto prospectivo observacional com 23 mulheres com IUA tratadas com sínecolise histeroscópica e um grupo controle de duas pacientes com câncer de colo do útero foram submetidos a DCE‐MRI com gadolínio para avaliar a vascularidade uterina. Doze regiões de interesse (ROIs) foram alocadas na imagem de DCE‐MRI incorporando a JZ, com ROI de controle colocada no músculo psoas. ROIs individuais foram comparadas à média total de perfusão (TP) no mesmo útero. Análises de perfusão pré e pós-operatórias foram realizadas em cinco mulheres. Curvas de operador receptor (ROC) foram utilizadas para analisar a ressonância magnética como preditora de IUA. Resultados Não houve diferença significativa na perfusão; uma tendência para a redução da perfusão foi observada em mulheres com IUA em comparação com os controles. A ROC foi preditiva de IUA de grau mais alto e inoperável. Conclusões A redução da perfusão na DCE‐MRI, conforme avaliada pela ROC, previu AS em estágios mais avançados. Os resultados deste estudo apoiam a investigação adicional da DCE‐MRI como uma ferramenta prognóstica para AS antes da intervenção cirúrgica para ajudar a fornecer orientação prognóstica para mulheres que sofrem de AS.
Deans et al. (Sex,) estudaram esta questão.