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Aproveitamos informações de mais de 1,2 milhão de participantes para investigar a genética dos transtornos de ansiedade em cinco grupos ancestrais continentais. Estudos de associação genômica específicos de ancestralidade e trans-ancestrais identificaram 51 loci associados à ansiedade, dos quais 39 são novos. Além disso, escores de risco poligênico derivados de indivíduos de origem europeia estavam associados à ansiedade em grupos africanos, ameríndios mistos e do Leste Asiático. A herdabilidade da ansiedade foi enriquecida por genes expressos no sistema límbico, no córtex cerebral, no cerebelo, no metencéfalo, no córtex entorrinal e no tronco encefálico. Análises em larga escala de transcriptoma e proteoma destacaram 115 genes associados à ansiedade por meio de regulação específica do cérebro e cruzada em tecidos. Também observamos correlações genéticas globais e locais com depressão, esquizofrenia e transtorno bipolar e relacionamentos causais putativos com várias condições de saúde física. No geral, este estudo expande o conhecimento sobre o risco genético e a patogênese dos transtornos de ansiedade, destacando a importância de investigar populações diversas e integrar informações de multi-ômicas.
Friligkou et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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