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Resumo Uma visão física popular do mecanismo por trás da anomalia quiral de quatro dimensões é fornecida pela equação de Dirac sem massa na presença de campos elétricos e magnéticos constantes. O campo magnético cria níveis de Landau altamente degenerados, sendo o mais baixo deles sem lacuna. Qualquer componente paralela do campo elétrico gera um fluxo espectral no modo sem lacuna que faz com que partículas emerjam ou desapareçam no mar de Dirac. Buscando uma imagem semelhante para a contribuição gravitacional à anomalia quiral, consideramos a equação de Dirac sem massa em um espaço-tempo de fundo que cria níveis de Landau gravitacionais. Encontramos que, neste caso, o fluxo espectral resultante, com sua produção explícita de partículas, representa apenas uma pequena parte da criação anômala de carga quiral. O equilíbrio é fornecido pela carga de expectativa do vácuo derivada da assimetria espectral.
Stone et al. (Ter,) estudaram esta questão.