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Uma mulher de 66 anos com doença renal em estágio terminal e insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, em status pós-desfibrilador cardíaco implantável (ICD), apresentou-se ao departamento de emergência com tontura e fadiga. Um eletrocardiograma mostrou ritmo sinusal, bloqueio atrioventricular completo, e ritmo de marcapasso ventricular a 30 batimentos por minuto (bpm). A interrogacão do dispositivo revelou um modo VVI programado com um limite inferior de taxa de 40 bpm e evidência de oversensibilidade da onda T. Os estudos sorológicos foram notáveis para hiperpotassemia (7,9 mmol/dL). O dispositivo foi inicialmente reprogramado para fornecer uma taxa de estimulação mais alta e melhoria sintomática. Tanto o bloqueio AV completo quanto a oversensibilidade da onda T foram resolvidos após a correção da hiperpotassemia. Este caso destaca a necessidade de monitoramento vigilante dos desequilíbrios eletrolíticos em pacientes com ICD.
Gonzalez et al. (Terça,) estudaram essa questão.