A Neurociência Cognitiva revoluciona a forma como entendemos a aprendizagem, proporcionando fundamentos empíricos que nos permitem redesenhar metodologias de ensino com base na função cerebral. O objetivo deste artigo é revisar criticamente a literatura científica sobre a implementação de princípios apresentados pela Neurociência Cognitiva associados à Neuroeducação em relação ao processo de interaprendizagem do inglês como língua estrangeira. O foco está em como motivação, atenção e consolidação da aprendizagem influenciam o desempenho acadêmico dos alunos. Pesquisas realizadas na América Latina e na Europa são analisadas, contrastando as abordagens aplicadas e sua eficácia. Os resultados mostram que estratégias baseadas na Neurociência Cognitiva, como gamificação, aprendizagem multissensorial e foco emocional, melhoram significativamente a experiência educacional. No entanto, a persistência de neuromitos entre os professores destaca a necessidade de formação rigorosa sobre como o cérebro realmente aprende. Conclui-se que a Neurociência Cognitiva não apenas otimiza o processo de interaprendizagem da língua inglesa, mas também promove um ensino mais inclusivo, personalizado e centrado no aluno.
Carrera-Gallardo et al. (Mon,) estudaram essa questão.