A relação entre medicina e literatura possui raízes históricas profundas. Desde os primeiros médicos-escritores, como Anton Tchekhov e Thomas Percival, até criadores modernos como Richard Selzer e Michael Crichton, a literatura serviu como uma ferramenta para entender e comunicar as experiências da prática médica. Sua integração na educação médica visa desenvolver habilidades linguísticas e emocionais, aumentando a capacidade de entender os pacientes. Ao mesmo tempo, promove empatia, julgamento moral e autoconhecimento dos profissionais de saúde. Através da narrativa, os estudantes aprendem a ver o paciente como um todo e a reconhecer a dimensão humanística da medicina. Portanto, a literatura conecta o conhecimento científico com valores humanísticos, promovendo um cuidado mais abrangente e humano. No geral, o estudo e uso da literatura aprimora a formação de médicos sensíveis, eticamente conscientes e tecnicamente competentes.
Maniou et al. (Qua,) estudaram essa questão.