A leishmaniose visceral é uma infecção parasitária sistêmica transmitida por flebótomos infectados. Classificada como uma doença tropical negligenciada (DTN), é uma condição grave com alta taxa de mortalidade em casos não tratados, afetando particularmente populações desnutridas e imunossuprimidas. O diagnóstico depende de exames clínicos e laboratoriais, com achados característicos como febre, hepatomegalia e esplenomegalia. Este caso descreve a rápida progressão da leishmaniose visceral em uma criança de 7 meses, culminando em óbito, e ressalta os desafios significativos na gestão de casos pediátricos. Abordar esses desafios requer diagnóstico oportuno e intervenção intensiva para prevenir complicações graves e melhorar os desfechos. Em regiões endêmicas, reduzir a mortalidade exige a preparação do sistema de saúde, a detecção precoce de casos em populações vulneráveis e uma maior conscientização clínica entre os profissionais de saúde.
Tanaka et al. (Qua,) estudaram esta questão.