Resumo Como um marcador-chave de biópsia líquida, exossomos derivados de células tumorais (TDEs) oferecem vantagens significativas para o diagnóstico precoce de tumores e o monitoramento dos efeitos do tratamento. No entanto, a falta de biomarcadores universais confiáveis e a baixa concentração nos estágios iniciais dificultam sua aplicação clínica. Neste estudo, exossomos positivos para nucleolina, que demonstraram ter valor de triagem tumoral em trabalhos anteriores, foram selecionados como objeto de detecção, e foram utilizadas bactérias revestidas com nanoenzima Au@Pt funcionalizadas com aptâmeros de nucleolina (ap AS-E.coli-Au@Pt) como amplificadores de sinal, o que possibilitou um aptassensor colorimétrico simples e rápido. Ao aproveitar a grande área de superfície e as propriedades de síntese microbiana das bactérias, a nanoenzima Au@Pt sintetizada in situ demonstrou atividade catalítica excepcional e notável estabilidade, melhorando efetivamente a sensibilidade e precisão deste aptassensor. A análise de exossomos séricos usando ap AS-E.coli-Au@Pt monitorou com sucesso a progressão do tumor e os efeitos do tratamento de terapia fototérmica (PTT) e quimioterapia em um modelo de camundongo. Além disso, essa análise distinguiu efetivamente pacientes com tumor em diferentes estágios daqueles com inflamação e doadores saudáveis, onde ofereceu 100% de precisão para amostras positivas e negativas. Esses resultados ressaltam o potencial deste aptassensor para a triagem precoce de tumores por meio da detecção ultra-sensível de exossomos (LOD é 40 partículas mL−1), bem como para monitorar a progressão do tumor e os efeitos do tratamento.
Huang et al. (Wed,) estudaram esta questão.