Este estudo tem como objetivo determinar o efeito do modelo de Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) na melhora da autoeficácia dos alunos do quarto ano do ensino fundamental nas disciplinas de ciências. A pesquisa foi conduzida na SDN Ngampelsari, no distrito de Sidoarjo, Java Oriental, Indonésia, envolvendo 32 alunos do quarto ano. Autoeficácia refere-se à crença dos alunos em sua capacidade de enfrentar desafios, completar tarefas e alcançar metas de aprendizagem. Ela desempenha um papel crítico no aumento da motivação, no comportamento de aprendizagem e no sucesso acadêmico. Este estudo utilizou método quantitativo com desenho pré-experimental, usando um formato de pré-teste/pós-teste com um único grupo. O instrumento utilizado foi um questionário de autoeficácia distribuído antes e depois da implementação do modelo PBL. O modelo foi aplicado por meio de atividades de aprendizagem estruturadas que envolviam a resolução de problemas da vida real, colaboração em trabalho em grupo e o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico para encontrar soluções. As tarefas com significado contextual ajudaram os alunos a se envolver ativamente com o material e entre si. Os dados coletados foram analisados utilizando o Teste de Postos Sinalizados de Wilcoxon e análise de N-Gain. O teste de Wilcoxon mostrou um valor de significância de 0,000, indicando uma diferença estatisticamente significativa na autoeficácia dos alunos antes e depois do tratamento. A pontuação média de N-Gain foi 0,7835, categorizada como alta. Esses achados demonstram que o modelo PBL teve um forte efeito positivo na prontidão psicológica dos alunos para a aprendizagem, aumentando sua confiança, participação ativa e persistência ao enfrentar desafios. Em conclusão, o modelo de Aprendizagem Baseada em Problemas não é apenas eficaz para melhorar os resultados cognitivos, mas também contribui para o desenvolvimento das competências não cognitivas dos alunos. Recomenda-se sua implementação mais ampla nas escolas primárias para promover ambientes de aprendizagem significativos, centrados no aluno e que empoderem, alinhados aos objetivos da educação do século XXI.
Ponsa et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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