Uma década atrás, publiquei um artigo que explorava a evolução e os usos e abusos da "crise urbana", oferecendo uma genealogia do conceito. Desde então, as aparentes crises que afligem as cidades e, de fato, o globo, parecem ter proliferado. De fato, se acadêmicos como Adam Tooze estiverem corretos, estamos vivendo atualmente uma "policrise", um termo que entrou no discurso acadêmico e popular para capturar a sensação de que somos atormentados por uma série de desastres interconectados – guerras, doenças, catástrofes ecológicas – que são planetários, até mesmo cósmicos. Em meu artigo original, levantei duas grandes preocupações sobre o conceito. A primeira diz respeito ao que pode ser chamado de "política" do termo; a segunda relaciona-se com a coerência analítica do quadro da crise urbana. Neste ensaio, voltarei a essas preocupações antes de refletir sobre como a pesquisa pode ser aprimorada por um uso mais cuidadoso da linguagem da crise.
Timothy P. R. Weaver (Terça-feira,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: