Este estudo investiga o tema dos artistas de rua juvenis na Cidade de Gorontalo e busca entender como o direito islâmico e o sistema jurídico positivo da Indonésia funcionam juntos para proteger as crianças da exploração econômica. A exploração econômica de crianças continua devido a fatores como pobreza, dependência familiar, coordenação institucional insuficiente e conscientização pública limitada, embora existam regras extensas, como a Lei de Proteção à Criança (Lei nº 35 de 2014) e a Lei do Trabalho (Lei nº 13 de 2003). Esta pesquisa explora o quadro teórico e sua aplicação através de uma lente jurídica-normativa qualitativa, respaldada por observações de campo e uma perspectiva legal islâmica. A pesquisa mostra que, apesar das proibições severas e das consequências nos instrumentos legais da Indonésia, a aplicação da lei ainda é irregular e reativa, concentrando-se em sintomas em vez de causas. Visto sob a ótica do direito islâmico (sharī'ah), a exploração de crianças é vista como uma violação dos princípios estabelecidos no maqāṣid al-syarī'ah, especificamente a proteção da vida (ḥifẓ al-nafs), do intelecto (ḥifẓ al-'aql) e da linhagem (ḥifẓ al-nasl). A aplicação da lei, a educação, a redução da pobreza e a conscientização moral baseada na comunidade devem fazer parte de um plano abrangente para proteger efetivamente as crianças, que deve incorporar a lei positiva com preceitos sociais e éticos islâmicos. A pesquisa descobriu que, para que as crianças indonésias sejam realmente protegidas, o sistema jurídico deve funcionar como um mecanismo social e moral baseado na justiça ('adl), compaixão (raḥmah) e bem-estar público (maṣlaḥah), e não apenas como uma ferramenta de proibição.
Samuel et al. (Sex,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: