Este estudo explora a integração de ferramentas de inteligência artificial (IA) no ensino da língua filipina, focando nas percepções, desafios e adaptações pedagógicas dos educadores. Fundamentado na Teoria da Aprendizagem Construtivista e no Quadro de Conhecimento Pedagógico de Conteúdo Tecnológico (TPACK), o estudo utiliza um desenho de pesquisa qualitativa por meio de entrevistas semiestruturadas com educadores de língua filipina. As descobertas revelam que a IA é percebida como uma ferramenta de apoio à avaliação e ao engajamento dos alunos, mas preocupações persistem quanto à precisão do conteúdo e ao alinhamento cultural. Desafios como a divisão digital e as limitações da IA na compreensão das estruturas linguísticas filipinas dificultam a adoção plena, particularmente em comunidades carentes. Contudo, os educadores reconhecem o potencial da IA para aumentar o envolvimento dos alunos por meio de gamificação e aprendizado personalizado, promovendo uma mudança em direção a uma abordagem de aprendizagem híbrida que equilibra ferramentas digitais com instrução tradicional. O estudo destaca a necessidade de desenvolvimento profissional contínuo e apoio institucional para otimizar a integração da IA. As recomendações incluem o desenvolvimento local de IA e o acesso equitativo a recursos impulsionados por IA para garantir um ensino de língua culturalmente relevante e inclusivo.
Eva Balbada (Ter,) estudou esta questão.