Esse ensaio examina os casos de dois solicitantes de asilo da América Central na fronteira EUA-México. Defende que seus corpos, marcados por cicatrizes, mutilações ou outras formas de trauma, emergem como testemunhas credíveis em apoio às reivindicações dos solicitantes de asilo. Através de suas cicatrizes, o medo se torna visível, quantificável e relacionável. Além disso, argumenta que, apesar da qualidade “objetiva” do teste de medo credível, a credibilidade das histórias dos solicitantes de asilo depende do reconhecimento ou desautorização de seu medo, sugerindo a impossibilidade de estabelecer o medo como um “fato objetivo”, falando, em vez disso, sobre a falta de responsividade e responsabilidade em relação aos outros.
Arturo Esquivel (Sun,) estudou essa questão.
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