Os sedimentos de fundo desempenham um papel central na regulação da dinâmica de contaminantes em sistemas aquáticos. Eles atuam como locais de armazenamento e zonas reativas onde os contaminantes passam por transformação, sequestro ou remobilização. Os contaminantes entram principalmente nos sedimentos através de atividades antropogênicas, incluindo escoamento agrícola, efluentes industriais, descarte de águas residuais, escoamento urbano e operações de mineração. Esta revisão foca em seis grupos principais de contaminantes, incluindo nutrientes, metais pesados, resíduos farmacêuticos, pesticidas, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos e microplásticos, e examina os processos mecanicistas que governam seu destino nos sedimentos. Os principais mecanismos incluem adsorção–dessorção em minerais e materiais orgânicos, sedimentação e processos redox que regulam a imobilização de metais e a formação de sulfeto. A persistência e mobilidade dos contaminantes também são influenciadas por interações sinérgicas ou antagônicas entre poluentes, transformação microbiana de compostos orgânicos e degradação oxidativa de microplásticos por espécies reativas de oxigênio. Os contaminantes podem afetar comunidades bentônicas causando efeitos tóxicos e depleção de oxigênio. Eles também podem alterar populações microbianas e de macrofauna e contribuir para bioacumulação e biomagnificação. Em última análise, esses insights são importantes para prever o comportamento dos contaminantes e avaliar riscos ecológicos, o que informa diretamente o desenvolvimento de programas eficazes de monitoramento ambiental e estratégias sustentáveis de remediação de sedimentos para a proteção a longo prazo dos ecossistemas aquáticos.
Maqsood et al. (Ter,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: