O risco de crédito, definido como a probabilidade de os tomadores de empréstimos não cumprirem suas obrigações de pagamento, permanece um dos desafios mais críticos enfrentados pelas instituições financeiras em todo o mundo. Na Índia, a persistência de ativos não produtivos (NPAs), juntamente com pressões estruturais e regulatórias, aumentou a urgência de estruturas eficazes de gestão de risco. Este capítulo realiza uma análise comparativa das práticas de gestão de risco de crédito em Bancos do Setor Público (PSBs) e Bancos de Pequena Finança (SFBs), baseando-se tanto em dados secundários quanto em insights primários derivados de relatórios institucionais, diretrizes do Banco da Reserva da Índia (RBI) e perspectivas de profissionais bancários. Embora os PSBs se beneficiem do apoio do governo e de um amplo alcance, seus processos de avaliação de crédito muitas vezes são limitados pela rigidez burocrática, influência política e questões herdadas. Por outro lado, os SFBs demonstram agilidade e inovação, aproveitando tecnologias digitais, dados alternativos e abordagens localizadas para conceder crédito a comunidades negligenciadas, embora enfrentem vulnerabilidades devido a limitações de capital e maior exposição a empréstimos não garantidos. Ao adotar uma estrutura descritiva, este estudo destaca variações nos métodos de avaliação de empréstimos, mecanismos de monitoramento, práticas de recuperação e o papel da tecnologia na mitigação de riscos. As descobertas sublinham a necessidade de modelos integrados que equilibrem prudência com inclusão. As recomendações de políticas enfatizam a importância do fortalecimento de capacidades, investimento em tecnologia e regulação colaborativa para aumentar a resiliência do risco de crédito em todo o setor bancário da Índia. Palavras-chave: Gestão de Risco de Crédito, Bancos do Setor Público (PSBs), Bancos de Pequena Finança (SFBs), Ativos Não Produtivos (NPAs), Inclusão Financeira, Setor Bancário Indiano.
Arindam Banik (Sun,) estudou essa questão.