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O número de indivíduos com perda de sono aumentou exponencialmente nas últimas décadas. A extrapolação de descobertas em laboratório para o mundo real sugere que as mulheres são mais afetadas por vigílias prolongadas e desalinhamento circadiano do que os homens. Portanto, efeitos a longo prazo, como distúrbios do sono e metabólicos, são provavelmente mais prevalentes em mulheres do que em homens. Apesar das evidências emergentes para diferenças de sexo em aspectos-chave da regulação sono-vigília e circadiana, muito ainda é desconhecido, já que as mulheres estão frequentemente sub-representadas nas pesquisas sobre sono e circadianos. Esta revisão narrativa tem como objetivo destacar 1) como as diferenças de sexo sistematicamente impactam a regulação do sono-vigília e circadiana em humanos, 2) como as diferenças de sexo nos fatores de sono e circadianos modulam o controle metabólico e 3) a relevância dessas diferenças para a medicina de precisão. No final, as descobertas justificam a consideração das diferenças de sexo ao otimizar intervenções direcionadas individualmente para sono e circadianos em humanos.
Lok et al. (Quin,) estudaram essa questão.