RESUMO Há uma década, April Few‐Demo argumentou que a interseccionalidade era a nova abordagem crítica para utilizar uma lente crítica dentro da ciência familiar feminista. Esta edição especial convidou acadêmicos interdisciplinares a considerar como a interseccionalidade evoluiu e se expandiu, examinar tensões e desafios na aplicação de uma lente interseccional e abordar como a interseccionalidade tem sido utilizada na pedagogia, pesquisa e prática. Nossos colaboradores abraçaram esse chamado e escreveram sobre o uso da teoria da interseccionalidade para examinar como pessoas e grupos navegam por barreiras institucionais em entidades governamentais, educação superior e profissões de saúde mental, bem como nas disparidades de saúde. Estes artigos nesta edição especial mostram as formas multifacetadas em que a interseccionalidade foi aplicada na ciência familiar e como a interseccionalidade não apenas fortalece o poder analítico, mas também responsabiliza acadêmicos e praticantes em relação às pessoas e comunidades que estudamos.
Few-Demo et al. (2025) estudaram essa questão.
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