Este artigo propõe e argumenta sistematicamente uma perspectiva transformadora: a natureza do tempo não é uma dimensão fundamental objetivamente real, mas uma ferramenta conceitual de análise numérica evoluída pelos sistemas de cognição humana para lidar com a complexidade infinita do mundo físico. Ao integrar neurociência cognitiva, teoria da informação e teorias "atemporais" na física contemporânea, fornecemos primeiro um argumento detalhado de que o conceito de tempo como uma ferramenta puramente de análise numérica pode resolver uniformemente os paradoxos quânticos fundamentais. Com base nisso, estendemos naturalmente essa compreensão ao conceito de espaço, argumentando que o espaço-tempo em si é uma ferramenta conceitual de análise numérica e revelando a natureza dos fenômenos emergentes das escalas micro às macro. Finalmente, destacamos que a conceitualização da análise numérica é uma estratégia universal para a cognição humana processar informações complexas. Esse reconhecimento fornece uma nova estrutura conceitual para entender a realidade física e indica uma nova direção para o futuro desenvolvimento da física.
Xiang Hui (Sun,) estudou esta questão.
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